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quinta-feira, 23 de junho de 2011

PRIMEIROS SOCORROS ON LINE

   Socorro on line  
       
       O SOCORRO ON LINE  é uma simulação de atendimento pré-hospitalar. Cada caso representa uma situação. Escolha o caso, leia o enunciado e clique em uma das quatro opções disponíveis. Acertando a conduta, automaticamente você prosseguirá até "salvar" seu paciente, se errar... tente de novo, aqui o erro só mata de raiva.
        A intenção é criar um ambiente interativo que informe, avalie e divirta ao mesmo tempo. Obrigado por sua visita e BOA SORTE!
 
IMPORTANTE
 
-  A caixa de texto que acompanha o cursor do mouse em todas as telas do SOCORRO ON LINE permanecem no ar por exatos 60 segundos. Tente clicar na sua resposta antes dela sumir. A rapidez na tomada de decisões é fundamental no atendimento às emergências.
 
- Considere que todas as simulações abaixo são atendimentos profissionais, com viaturas e equipamentos adequados, desde que o enunciado não descreva o contrário.
 
- Os classificados como avançados indicam presença de médico, os básicos são atendimentos realizados por técnicos devidamente regulados à distância.
 
- Caso você discorde de alguma conduta estabelecida envie-nos um e-mail que teremos prazer em discutir o caso. Este é o grande objetivo deste site.
 
- Esperamos sugestões para outros casos.
 
SocorroEventoClassificaçãoComeçar
1
 Choque auto X objeto fixo
AVANÇADOComeçar
2 AtropelamentoBÁSICOComeçar
3 Queda de alturaAVANÇADOComeçar
4 AgressãoBÁSICOComeçar
5 Colisão/queda de motoAVANÇADOComeçar
6 Choque elétricoBÁSICO
Começar
7 Queda de motoAVANÇADO
Começar
8 Capotamento de veículoBÁSICO
Começar
9 Colisão de veículos       AVANÇADO
Começar
10 Queda de moto            BÁSICOComeçar

quarta-feira, 11 de maio de 2011

calculo de medicamentos

1º) Conceitos básicos envolvidos no cálculo de medicamentos
Solução : mistura homogênea composta de soluto e solvente.
- Solvente: é a porção líquida da solução.
- Soluto: é a porção sólida da solução.
Exemplo: No soro glicosado a água é o solvente e a glicose é o soluto.
 
Concentração: a relação entre a quantidade de soluto e solvente.
Exemplo: g/ml a quantidade em gramas de soluto pela quantidade em mililitros de solvente.
 
Proporção: forma de expressar uma concentração e consiste na relação entre soluto e solvente expressa em “partes”.
Exemplo: 1:500, significa que há 1g de soluto para 500ml de solvente.
 
Porcentagem : é uma outra forma de expressar uma concentração. O termo por cento (%) significa que a quantidade de solvente é sempre 100ml.
Exemplo: 7%, significa que há 7g de soluto em 100ml de solvente.
 
Regra de três: relação entre grandezas proporcionais. A regra de três permite de forma simples, estruturar o problema obtendo sua solução, que neste caso, é a prescrição determinada. Importante observar que a regra de três só se faz necessária, quando não conseguimos resolver o problema de maneira direta. Vejamos um exemplo:
Exemplo: Tenho ampolas de dipirona com 2ml de solução. Quantos ml tenho em três ampolas?
Forma direta: 2ml x3 ampolas = 6ml nas três ampolas
 
Por regra de três:
Como estruturar uma regra de três:
1º) Verificar se a regra é direta ou inversa: Neste caso é uma regra de três direta, pois ao aumentarmos a quantidade de ampolas a quantidade relativa ao volume também aumentará. Em outro exemplo veremos como proceder em uma regra de três inversa.
2º) Deve-se colocar na mesma fila as grandezas iguais, no caso acima, optamos em escrever na mesma coluna as grandezas iguais.
3º) Pela propriedade fundamental das proporções: 1x = 2.3, equivalente a x = 6ml.
 
2º) Aplicações de proporções em farmacologia
Considerando os seguintes padrões que utilizados no cálculo de medicamentos:
1ml contém 20 gotas
1 gota equivale a 3 microgotas, então 20 gotas equivalem a 60microgotas.
Podemos obter uma relação entre mililitros e microgotas:
Portanto, 1ml contém 60 microgotas.
1ml contém 20 gotas
1 gota equivale a 3 microgotas
1ml contém 60 microgotas
Aplicando estas idéias ao cálculo de medicamentos:
Exemplo1: Foi prescrito a um paciente um frasco de 500ml de Soro Fisiológico a 0,9% (S.F. 0,9%).
Nosso objetivo é fazer o cálculo de gotejamento, ou seja, de acordo com o número de gotas que caem a cada minuto do frasco, saber o tempo em que o paciente ficará no soro, para continuar com os procedimentos necessários.
Então inicialmente precisamos saber quantas gotas há no frasco, transformando sua quantidade total de ml para gotas. desta forma obtemos que a quantidade total de gotas é 500x20=10000 gotas.
 
Neste mesmo exemplo, se quisermos calcular a quantidade de soluto, neste caso, cloreto de sódio que o paciente está recebendo em 500 ml desta solução:
S.F.0,9%, significa que há 0,9g de cloreto de sódio a cada 100ml.
O frasco tem 500 ml, então
de forma equivalente, 100x = 0,9x500, logo a quantidade de cloreto de sódio neste frasco é de 4,5g.
Se precisássemos trabalhar com microgotas no lugar de gotas, quantas microgotas equivalem as 10000 gotas que há neste frasco com 500ml?
Neste caso, podemos utilizar as gotas para obter as microgotas, como também, utilizar o volume do frasco.
1º) Primeiramente utilizando a quantidade total de gotas já calculadas
x = 3x10000, assim facilmente encontramos que no frasco temos 30mil microgotas.
 
2º) Utilizando o volume do frasco para obter a quantidade de microgotas:
logo x = 60x500, portanto, 30mil microgotas.
 
Exemplo 2: Foi prescrito 1g de Cloranfenicol V.O. Quantos comprimidos de cloranfenicol de 250 mg devo tomar?
Inicialmente percebemos que foi prescrito 1g e temos cp de 250 mg. As unidades não são as mesmas e não podemos trabalhar com diferentes unidades sem transformá-las. Podemos transformar gramas em miligramas ou vice-versa, é questão de escolha.
Transformando então gramas em miligramas: 1g equivale a 1000mg. Assim, a prescrição foi então de 1000 mg. Desta forma:
desta forma temos que , sendo necessários 4 comprimidos de 250 mg.
 
Exemplo 3: Prescritos 100 mg de Aminofilina. Tenho ampolas de 250 mg/10ml. Quanto devo administrar?
Montando uma proporção para obter a quantidade necessária em ml:
Pela propriedade fundamental das proporções: 250x = 1000, portanto, =4ml.
 
Exemplo 4: Se for prescrito 12 gotas de Dipirona de 6/6 horas, quantos ml o paciente irá tomar em 24 horas?

Uma forma possível de proceder é calcular a quantidade total de gotas administradas em 24h:
1º) de 6/6 horas, significa de 6 em 6 horas. Em 24 horas, significa que o paciente receberá o medicamento 4 vezes ao dia .
2º) Em 24h serão administradas , x = 4x12gotas, ou seja, 48 gotas.
3º) Transformando as gotas em ml: , que pela propriedade fundamental nos dá , o que resulta em 2,4 ml em 24h.
 
Exemplo 5: Se em 1,25L de uma solução há 0,4g de soluto, em 750 ml desta solução teremos quantos miligramas de soluto?
 
Obs: O sistema métrico decimal é muito importante para o cálculo e preparo de drogas e soluções. Ao preparar a medicação, é necessário confirmar a unidade de medida. Caso as unidades sejam diferentes, devemos transformá-las numa mesma unidade antes do cálculo de dosagem para o preparo.
Considere algumas equivalências para transformação de unidades:
1g = 1000 mg = 1 000 000 mcg
1mg = 1000 mcg
1L = 1000 ml
 
Transformando as unidades:
1,25L = 1,25x1000ml = 1250 ml
0,4g = 0,4x1000mg = 400 mg
 
Além dos equivalentes no sistema métrico decimal temos também outras padronizações referentes a medidas caseiras e que podem variar segundo a bibliografia utilizada:
1 colher(café) = 3 ml
1 colher(chá) = 4 ml
1 colher(sobremesa) = 10 ml
1 colher(sopa) = 15 ml
1 xícara (chá) = 180 ml
1 copo(americano) = 250 ml
Porém, não devemos confundir essas medidas com as colheres de café, de chá, de sobremesa e de sopa que são utilizadas no ambiente doméstico. As colheres caseiras são de tamanhos diversos e não devem ser utilizadas como medidas de medicamentos quando o erro de tal administração for significativa para o paciente. Neste caso, o que ocorre, é o fornecimento de tal medida junto com o medicamento, muito freqüente por exemplo, em medicamentos pediátricos.

Obs: Alguns medicamentos são prescritos em proporções, como o permanganato de potássio ( ). O permanganato de potássio é um sal solúvel em água e fotossensível, que se cristaliza em contato com material metálico oxidável. É muito utilizado como desinfetante, devido sua ação oxidante, como também desodorizante e adstringente. Apresenta cor roxa escura, é inodoro e tem sabor levemente ácido. A apresentação é em forma líquida ou sólida, em tabletes de 100mg, comprimidos de 0,25g ou pó com 0,10 g .
Exemplo 6: Foi prescrito o preparo de 1L de a 1:40 000,estando disponíveis no setor em tabletes de 100mg.
a) Quantos mg deste soluto há no volume prescrito?
Primeiro, devemos rever o significado da proporção apresentada: 1:40000. Há 1 g de soluto, ou seja 1 g de permanganato de potássio em 40 000ml.
, podemos simplificar a segunda razão e teremos, equivalentemente, pela propriedade fundamental da proporções, 40x=1000, então teremos 25 mg deste soluto em 1L.
b) Como devo proceder para obter a proporção desejada?
Preciso de 25 mg de permanganato e o tenho disponível em tabletes de 100mg. O procedimento será de diluir os 100mg em 4 ml de água destilada e considerar a proporção: , ou de forma direta, obtemos 1ml. Portanto aspiramos 1 ml e diluímos em 999ml para obter a proporção desejada.

3º) Cálculo de Gotejamento
 
Normalmente, os soros são prescritos em tempos que variam de poucos minutos até 24 h. A infusão é contínua e controlada através do gotejamento. Para o cálculo do gotejamento é necessário conhecer o volume e o tempo. Na prática, o controle de gotejamento será feito em gotas/min ou microgotas/min.
Exemplo 7: Foi prescrito a um paciente 350 ml de S.F.0,9% para correr à velocidade de 25 gotas por minuto. Quanto tempo este paciente ficará no soro?
Inicialmente, podemos utilizando proporções transformar o volume do frasco em gotas, já que a velocidade está sendo apresentada nesta unidade.
350 x 20 gt = 7000 gotas em 350 ml
Sabendo que 20 gotas levam 1 minuto para correr, as 7000 gotas do frasco levarão quanto tempo?
Podemos recorrer a uma regra de três para orientar com mais clareza o problema:
1 minuto................25 gotas
X minutos..............7000 gotas, como mais uma vez temos uma regra de três direta, pois ao aumentarmos a quantidade de gotas para correr, mais tempo será necessário, tem-se que 25X=7000, ou seja, são necessários 280 minutos. Transformando 280 minutos em horas e minutos, teremos quase 5 h faltando 20 minutos, ou seja, 4 horas e 40 minutos.
Outra forma de resolver:
Como sabemos, 1 hora equivale a 60 minutos, portanto: 280 minutos/60=4,66666...h, ou seja, 4 horas e mais 0,66666... de hora, utilizando a relação acima entre hora e minuto, temos que 0,66666....h=0,666666....x60 aproximadamente 40 minutos.
Resolvemos nosso problema, o paciente ficará no soro por 4 horas e 40 minutos.

É importante observar que nesta atividade teve-se a intenção de aplicar a Matemática ao cálculo de medicamentos. As medidas aqui apresentadas visão aplicação de cálculos matemáticos que nem sempre são condizentes à realidade e muito menos as prescrições aqui apresentadas.

ACIDOSE METABÓLICA



Acidose metabólica


A acidose metabólica é uma acidez excessiva do sangue caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de bicarbonato no sangue.


Quando um aumento do ácido ultrapassa o sistema de amortecimento do pH do corpo, o sangue pode acidificar-se. Quando o pH do sangue diminui, a respiração torna-se mais profunda e mais rápida, porque o corpo tenta libertar o sangue do excesso de ácido diminuindo o volume do anidrido carbónico.


Finalmente, também os rins tentam compensá-lo por meio da excreção de uma maior quantidade de ácido na urina. Contudo, ambos os mecanismos podem ser ultrapassados se o corpo continuar a produzir demasiado ácido, o que conduz a uma acidose grave e finalmente ao coma.


Causas


As causas da acidose metabólica podem agrupar-se em três categorias principais.


Em primeiro lugar, a quantidade de ácido no organismo pode aumentar devido à ingestão de um ácido ou de uma substância que ao metabolizar-se se transforma em ácido. A maior parte das substâncias que causam acidose ao ser ingeridas consideram-se venenosas. Os exemplos incluem o álcool de madeira (metanol) e os anticoagulantes (etilenoglicol). Contudo, mesmo uma sobredose de aspirina (ácido acetilsalicílico) pode provocar acidose metabólica.


Em segundo lugar, o corpo pode produzir quantidades crescentes de ácido através do metabolismo. O organismo pode produzir um excesso de ácido em consequência de várias doenças; uma das mais significativas é a diabetes mellitus tipo I. Quando a diabetes está mal controlada, o corpo decompõe os lípidos e produz ácidos denominados cetonas; também produz um excesso de ácido nos estádios avançados do choque, formando ácido láctico através do metabolismo do açúcar.


Em terceiro lugar, a acidose metabólica pode ser consequência da incapacidade dos rins em excretarem a quantidade suficiente de ácido. A produção de quantidades normais de ácido pode produzir uma acidose quando os rins não funcionam normalmente. Este tipo de disfunção do rim denomina-se acidose tubular renal e pode surgir nas pessoas com insuficiência renal ou que tenham alterações que afectam a capacidade dos rins para excretar ácido.


Sintomas e diagnóstico


Um indivíduo com acidose metabólica ligeira pode não apresentar sintomas, embora em geral tenha náuseas, vómitos e cansaço. A respiração torna-se mais profunda ou ligeiramente mais rápida, mas isto mesmo pode passar despercebido em muitos casos.


Quando a acidose se agrava, o doente começa a sentir-se extremamente fraco e sonolento e pode sentir-se também confuso e cada vez com mais náuseas. Se a acidose continuar a agravar-se, a pressão arterial pode baixar bruscamente, conduzindo ao choque, ao coma e à morte.


O diagnóstico de acidose requer em geral a determinação do pH sanguíneo numa amostra de sangue arterial, colhida habitualmente da artéria radial no antebraço. Usa-se o sangue arterial porque o sangue venoso não proporciona uma medição exacta do pH.


Para saber um pouco mais sobre a causa da acidose, os médicos também medem as concentrações de anidrido carbónico e de bicarbonato no sangue. Podem ser levadas a cabo análises adicionais de sangue para determinar a causa. Por exemplo, as altas concentrações de açúcar no sangue e a presença de cetonas na urina indicam geralmente uma diabetes não controlada. A presença de uma substância tóxica no sangue sugere que a acidose metabólica é causada por intoxicação ou sobredose. Por vezes examina-se ao microscópio a urina e mede-se o seu pH.


Tratamento


O tratamento da acidose metabólica depende principalmente da causa. Sempre que for possível, trata-se a causa base. Por exemplo, pode-se controlar a diabetes com insulina ou tratar a intoxicação mediante a eliminação da substância tóxica do sangue. Por vezes é necessário recorrer à diálise para tratar casos graves de sobredose e intoxicação.


A acidose metabólica também pode ser tratada directamente. Se a acidose for ligeira, é possível que seja suficiente fornecer líquidos por via endovenosa e tratar a perturbação de base. Quando a acidose for grave, pode-se administrar bicarbonato por via endovenosa; contudo, o bicarbonato proporciona apenas alívio temporário e também pode causar problemas.


Causas principais de acidose e alcalose metabólicas
Acidose metabólica Insuficiência renal.
Acidose tubular renal (um tipo de malformação renal).
Cetoacidose diabética.
Acidose láctica (acumulação de ácido láctico).
Substâncias tóxicas como etilenoglicol, salicilato (em dose excessiva), metanol, paraldeído, acetazolamida ou cloreto de amónio.
Perda de bases, como o bicarbonato, através do tracto gastrointestinal, causada por diarreia, íleostomia ou uma colostomia.
Alcalose metabólica Uso de diuréticos (tiazidas, furosemida, ácido etacrínico).
Perda de ácido causada por vómitos ou aspiração do conteúdo do estômago.
Glândulas supra-renais hiperactivas (síndroma de Cushing ou utilização de corticosteróide).


Alcalose metabólica


A alcalose metabólica é uma situação em que o sangue é alcalino devido a uma concentração demasiado elevada de bicarbonato.
A alcalose metabólica verifica-se quando o corpo perde demasiado ácido. Por exemplo, uma quantidade considerável de ácido do estômago perde-se durante os períodos de vómitos repetidos ou quando se aspira o ácido do estômago com uma sonda nasogástrica (como se faz por vezes nos hospitais, particularmente depois de uma cirurgia abdominal). Em casos raros, a alcalose metabólica desenvolve-se quando se ingeriram demasiadas substâncias alcalinas, como o bicarbonato de sódio. Além disso, a alcalose metabólica pode desenvolver-se quando a excessiva perda de sódio ou de potássio afecta a capacidade renal para controlar o equilíbrio ácido-básico do sangue.
Sintomas e diagnóstico
A alcalose metabólica pode causar irritabilidade, clonismo e contracções musculares ou então não causar qualquer sintoma. Se a alcalose metabólica for grave, podem-se verificar contracções prolongadas e espasmos dos músculos (tetania).
Uma amostra de sangue proveniente de uma artéria revela em geral que o sangue é alcalino. Uma amostra de sangue proveniente de uma veia contém elevados valores de bicarbonato.
Tratamento
Geralmente o tratamento da alcalose metabólica consiste na reposição de água e de electrólitos (sódio e potássio) enquanto se trata a causa base. Por vezes, quando a alcalose metabólica é muito grave, fornece-se ácido diluído sob forma de cloreto de amónio por via endovenosa.

Acidose respiratória


A acidose respiratória é a excessiva acidez do sangue causada por uma acumulação de anidrido carbónico no sangue em resultado de um fraco funcionamento pulmonar ou de uma respiração lenta.
A velocidade e a profundidade da respiração controlam a quantidade de anidrido carbónico no sangue. Normalmente, quando este se acumula, o pH do sangue desce e o sangue torna-se ácido. Os valores elevados de anidrido carbónico no sangue estimulam as zonas do cérebro que regulam a respiração, que por sua vez induzem uma respiração mais rápida e mais profunda.
Causas
A acidose respiratória surge quando os pulmões não expulsam o anidrido carbónico de uma forma adequada. Isto pode acontecer nas doenças que afectam gravemente os pulmões, tais como o enfisema, a bronquite crónica, a pneumonia grave, o edema pulmonar e a asma.
A acidose respiratória também se pode produzir quando as doenças dos nervos ou dos músculos do tórax dificultam o mecanismo da respiração. Além disso, uma pessoa pode desenvolver acidose respiratória se estiver demasiadamente sedada por narcóticos e hipnóticos que abrandam o ritmo da respiração.
Sintomas e diagnóstico
Os primeiros sintomas podem ser dor de cabeça ou sonolência. Quando a acidose respiratória se agrava, a sonolência pode evoluir para estupor e coma, que podem verificar-se imediatamente, caso a respiração se interrompa ou seja gravemente alterada, ou em horas, se a respiração se for alterando gradualmente. Os rins tentam compensar a acidose retendo bicarbonato, mas este processo pode exigir muitas horas ou dias.
Em geral, o diagnóstico de acidose respiratória estabelece-se claramente quando se analisam os valores do pH sanguíneo e do anidrido carbónico nas amostras de sangue arterial.
Tratamento
O tratamento da acidose respiratória tenta melhorar o funcionamento dos pulmões. Os medicamentos que melhoram a respiração podem ajudar a aliviar os pacientes com doenças pulmonares como a asma e o enfisema.
As pessoas que por qualquer razão têm um funcionamento pulmonar gravemente alterado podem precisar de respiração artificial por meio de ventilação mecânica
.

Alcalose respiratória


A alcalose respiratória é uma situação em que o sangue é alcalino devido a que a respiração rápida ou profunda tem como resultado uma baixa concentração de anidrido carbónico no sangue.
Uma respiração rápida e profunda, também chamada hiperventilação, provoca uma eliminação excessiva de anidrido carbónico do sangue. A causa mais frequente de hiperventilação, e portanto de alcalose respiratória, é a ansiedade. As outras causas de alcalose respiratória são a dor, a cirrose hepática, baixos valores de oxigénio no sangue, febre e sobredose de aspirina.
Sintomas e diagnóstico
A alcalose respiratória pode produzir ansiedade e uma sensação de formigueiro à volta dos lábios e do rosto. Se a alcalose respiratória se agravar, pode causar espasmos musculares e o doente pode sentir-se separado da realidade.
Geralmente pode-se chegar ao diagnóstico de alcalose respiratória pela simples observação do doente e dialogando com ele.
Quando o diagnóstico não é óbvio, pode-se medir o valor do anidrido carbónico numa amostra de sangue arterial. Com frequência o pH do sangue também é elevado.

Tratamento
Habitualmente o único tratamento necessário é reduzir a velocidade da respiração. Quando a alcalose respiratória é causada pela ansiedade, o esforço consciente de retardar a respiração pode fazer com que a situação desapareça.
Se a respiração rápida é causada por qualquer tipo de dor, geralmente o alívio da mesma é suficiente para que o ritmo respiratório se regularize.
Respirar dentro de um saco de papel (e não de plástico) pode ajudar a aumentar o conteúdo de anidrido carbónico do sangue, já que se aspira novamente o anidrido carbónico depois de o ter expulso.
Quando os valores de anidrido carbónico aumentam, os sintomas de hiperventilação melhoram, reduzindo desse modo a ansiedade e interrompendo-se o ataque.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

medicamentos para diabetes


Medicamentos para Diabetes tipo 1 e 2
Algumas pessoas conseguem manter a glicemia (açúcar no sangue) controlada adaptando simplesmente um estilo de vida mais saudável. No entanto, se necessitar da ajuda adicional de medicamentos para a diabetes, esta secção vai ajudá-lo a compreender quais as opções de tratamento adequadas ao seu caso.







Opções de tratamento da diabetes
O primeiro passo no tratamento da diabetes tipo 2 é, frequentemente, uma dieta com restrição calórica, abstenção do consumo de açúcares simples, perda de peso e maior actividade física. No entanto, estas medidas nem sempre são suficientes para fazer descer os seus níveis de glicemia (açúcar no sangue) para os valores de referência.
Vantagens do tratamento
Existem diversas opções de tratamento disponíveis para pessoas com diabetes tipo 2. Estes medicamentos actuam de forma diferente para baixar os níveis de glicemia. O seu médico dir-lhe-à qual o tipo de medicamento indicado para si.



Diversas opções de tratamento disponíveis para o tratamento da diabetes tipo 2:
Biguanidas: Essencialmente, reduzem a quantidade de glicose produzida pelo fígado
Inibidores de DPP-4 e GLP 1: Induzem a diminuição da glicemia aumentando a quantidade de insulina produzida no pâncreas e diminuindo a quantidade de açúcar produzido no fígado
Insulina: Um hormona injectável que substitui a insulina normalmente produzida pelo organismo para ajudar a controlar os níveis de glicemia
Inibidores da alfa glucosidase: após as refeições, abrandam a decomposição e a absorção dos hidratos de carbono
Sulfonilureias e meglitinidas: Estimulam directamente o pâncreas para libertar insulina
Glitazonas (também designadas por TZDs ou Tiazolidinedionas): Essencialmente ajudam o organismo a utilizar a insulina e a transportar a glicose para o interior das células



Este diagrama mostra onde cada um dos medicamentos referidos actua no organismo:
Adjuvante oral à terapia
Como as opções de tratamento referidas acima actuam de forma diferente para baixar os níveis de glicemia, são frequentemente prescritos em conjunto. Se um único medicamento não produz os efeitos desejados, o seu médico pode combinar dois ou mais medicamentos para ajudar a melhorar o controlo da glicemia.
Aumento de peso
O aumento de peso pode ser um efeito secundário de tomar alguns dos medicamentos referidos acima. Se isso constituir uma preocupação para si, deve discutir o assunto com o seu médico para que este possa ajustar a sua medicação em conformidade. E lembre-se de que não tem que se conformar com o aumento de peso como parte do tratamento da diabetes. Há medidas que podem ajudar a contrariar o aumento de peso  para obter orientação sobre como controlar eficazmente o aumento de peso.


Viver de forma saudável
Para além de tomar os medicamentos prescritos, manter um estilo de vida saudável vai ajudá-lo a regular os seus níveis de glicemia (açúcar no sangue) e permitir-lhe ter um papel activo na gestão da sua diabetes.


Fazer mudanças saudáveis






Alguns dos hábitos de estilo de vida que adquirimos têm efeitos nocivos para a nossa saúde e na diabetes tipo 2. Para a maioria das pessoas, mudar hábitos antigos é extremamente difícil.
Quando se tem diabetes tipo 2, é importante desenvolver uma abordagem saudável à alimentação e à actividade física já que isto vai ajudá-lo a manter os seus níveis de glicemia (açúcar no sangue) dentro de limites seguros. Normalmente, quando se mudam hábitos de estilo de vida, as pessoas passam por 5 fases:
1.
Não-consciência — Ainda não pensou sobre mudar de hábitos
2.
Tomada de consciência — Considera que poderá haver vantagens em mudar de hábitos
3.
Estar preparado — Está pronto a agir
4.
Acção — Está a tomar medidas para adoptar um estilo de vida mais saudável
5.
Manutenção — Fez algumas mudanças saudáveis e está agora a trabalhar na manutenção das suas conquistas
No que se refere à sua atitude relativamente a hábitos saudáveis, em que fase está? Depois de ter identificado a sua posição actual, pode começar a progredir para um estilo de vida mais saudável.





Desenvolver um plano de acção para assumir hábitos saudáveis

Defina objectivos específicos e atingíveis para o seu peso e actividade física. Fale com o seu médico para se certificar de que os objectivos são realistas.

Decomponha um grande objectivo em passos menores—por exemplo, comece com uma caminhada de 5 a 10 minutos 3 vezes por semana e depois vá aumentando gradualmente a duração e frequência das caminhadas.

Efectue mudanças de estilo de vida com as quais possa viver o resto da sua vida, como o controlo das porções.

Reconheça os estímulos que conduzem a comportamentos não saudáveis e planeie de que forma evitar essas situações no futuro.

Dê a si próprio recompensas por cada marco e progresso especial conseguido para assumir hábitos saudáveis.

Procure apoio—ponha a sua família e amigos ao corrente do seu plano para tomar melhor conta da sua diabetes tipo 2. Fale com eles sempre que precisar de apoio.

Espere deparar-se com obstáculos e retrocessos - depois aprenda a lidar com eles, contorná-los e avançar.

Seja positivo—viver com diabetes tipo 2 é um desafio. Conceda créditos a si mesmo pelo esforço feito para adoptar um estilo de vida mais saudável.



Guia alimentar
A importância de ter uma alimentação saudável
Juntamente com a actividade física e tomar correctamente os medicamentos prescritos, comer de forma saudável é extremamente importante para um controlo eficaz da diabetes.
Uma alimentação saudável vai ajudá-lo não só a gerir os seus níveis de glicemia (açúcar no sangue), vai ainda ajudá-lo a manter os níveis de colesterol, tensão arterial e peso sob controlo. Isto, por sua vez, vai reduzir o risco de doença cardíaca e enfarte.
As vantagens de uma alimentação saudável
O primeiro passo para comer de forma saudável é desenvolver um plano de refeições adequado à diabetes. Este plano servirá de guia para o ajudar a incorporar uma dieta equilibrada no seu estilo de vida actual. O seu plano de refeições adequado à diabetes deve ter em conta os seus níveis de glicemia, a sua tensão arterial, colesterol e peso. Peça ajuda ao seu médico para delinear um plano que seja adequado às suas necessidades.
A base do seu plano de refeições deve centrar-se em horas de refeições definidas, controlo de quantidades e uma dieta equilibrada. Deverá verificar os seus níveis de glicemia 2 horas após o início de uma refeição. Com o passar do tempo, vai conseguir prever como os diferentes alimentos vão afectar a sua glicemia, permitindo-lhe ajustar o seu plano de refeições em conformidade.
Pirâmide dos alimentos
Ter uma dieta equilibrada e nutritiva é uma parte importante do controlo da diabetes tipo 2. Comer diversos alimentos dos grupos de alimentos básicos pode ajudar a gerir a sua diabetes. Discuta a sua dieta com o seu médico e peça-lhe ajuda para criar um plano que se adeque às suas necessidades. A pirâmide abaixo indica quais os grupos de alimentos que deve tentar incorporar no seu plano de refeições e em que quantidades.



Medicamentos


O tratamento do diabetes tipo 1, na maioria dos casos, consiste na aplicação diária de insulina, dieta e exercícios , uma vez que o organismo não produz mais o hormônio. A quantidade de insulina necessária dependerá do nível glicêmico. Naturalmente, a alimentação também é muito importante, pois ela contribui para a determinação dos níveis glicêmicos. Os exercícios físicos baixam os níveis, diminuindo, assim, a necessidade de insulina.
Existem diferentes tipos de preparação de insulina, que distinguem-se pela velocidade com que é absorvida do tecido subcutâneo para o sangue (início da ação) e pelo tempo necessário para que toda a insulina injetada seja absorvida (duração da ação).
Insulina de ação rápida
Esta é uma solução límpida (transparente) de insulina que possui rápido início e uma curta duração de ação. As insulinas de ação rápida atingem o sangue e começam a reduzir o açúcar sangüíneo aproximadamente ½ hora após a injeção. Porém, como os nutrientes dos alimentos são absorvidos ainda mais rapidamente do intestino para a corrente sangüínea, a insulina deve ser injetada ½ hora antes de uma refeição.
Insulina de ação ultra-rápida
Assemelha-se à água de rocha, cristalina e transparente. Sua ação se inicia em 1 a 5 minutos, atinge o pico em 30 minutos, período máximo de ação persistente até 2,5 horas e dura de 3 a 4 horas. Não contém protamina ou zinco. Age de maneira mais semelhante à produzida pelo pâncreas normal.
Insulina de ação lenta
O conteúdo é leitoso, turvo, em decorrência de substâncias que retardam a absorção e prolongam seus efeitos. A insulina é preparada com zinco. Sua ação inicia-se em 1 a 3 horas, atinge o máximo no sangue (pico) em 8 a 12 horas e dura de 20 a 24 horas. É a insulina que mais se aproxima do ideal no controle rotineiro do diabetes.
Insulina de ação ultralenta
Tem aspecto leitoso e também é preparada com zinco. Sua ação tem início em 4 a 6 horas. Seu pico acontece após 12/16 horas e tem duração de 24 horas, podendo atingir 36 horas.
Insulina de ação intermediária
Esta insulina é obtida pela adição de uma substância que retarda a absorção da insulina. A combinação da insulina com uma substância de retardo geralmente resulta na formação de cristais que dão ao liquido uma aparência turva.
Os cristais de insulina devem ser misturados de forma homogênea no líquido antes de cada injeção. As insulinas de ação intermediária levam aproximadamente 1 ½ hora antes de começarem a produzir um efeito. O maior efeito ocorre entre 4 e 12 horas após a injeção, e aproximadamente após 18 a 24 horas a dose terá sido completamente absorvida.
Insulina pré-mistura
Existem também misturas prontas de insulinas de ação rápida e de ação intermediária. Estas pré-misturas são apresentadas em várias e diferentes combinações pré-misturadas, contendo de 10 - 50% de insulina de ação rápida e de 90 a 50% de insulina de ação intermediária.
Insulina de ação prolongada
Finalmente, há insulinas de ação prolongada, feitas através de técnicas de recombinação genética, que possuem uma duração em torno de 24 horas. São as insulinas mais atuais, e tentam aproximar-se da insulina basal ideal.
É importante observar que os tempos de duração e absorção aqui descritos são apenas aproximados. A absorção da insulina sempre depende de fatores individuais. O tamanho da dose é outro fator: quanto maior a dose, maior a duração. 


Gorduras, óleo e doces
Ao cozinhar, prefira os óleos líquidos às gorduras sólidas como a manteiga. Se estiver a tentar perder peso, limite a quantidade de gorduras que ingere e opte por porções mais pequenas.

Leite/lacticínios
O leite e os lacticínios contêm grandes quantidades de proteínas, cálcio e vitaminas, importantes para uma dieta equilibrada, no entanto contêm também um elevado teor de gorduras. Seleccione a versão magra ou meio-gorda e opte por 2 a 3 ingestões diárias.

Carne, substitutos da carne e outras proteínas
As proteínas estão cheias de vitaminas e minerais. Escolha 110 a 180 g/dia, divididas pelas várias refeições. Tente escolher carnes magras com pouca gordura. Como fonte de proteínas alternativa, o peixe e o marisco são muito nutritivos e mais saudáveis que a carne vermelha.

Frutas
As frutas têm geralmente um elevado teor de hidratos de carbono e contêm bastantes vitaminas, minerais e fibras. Opte por 2 a 4 peças por dia.

Vegetais
Os vegetais têm baixo teor de gordura e muitas vitaminas, minerais e fibras. Opte por 3 a 5 porções ao dia e certifique-se que ingere bastantes vegetais sem amido como a alface, espinafres, tomate e brócolos.

Pão, cereais e outros amidos
Este grupo constitui a sua principal fonte de hidratos de carbono. Escolha 6 a 11 porções por dia divididas pelas várias refeições. O índice glicémico pode dizer-lhe como os diferentes hidratos de carbono afectam os níveis de açúcar no seu sangue. Alimentos com um índice glicémico alto têm um grande impacto nos seus níveis de glicemia. Alimentos com um baixo índice glicémico têm um menor efeito sobre os seus níveis de glicemia e são, por isso, mais adequados para a gestão da sua diabetes. Tente optar por versões integrais de hidratos de carbono uma vez que estes não foram processados e são, assim , mais saudáveis.

Muita água
A água é a forma mais saudável de saciar a sua sede. Se quiser variar, tente bebidas isentas de calorias. Evite bebidas gaseificadas e de qualquer coisa que contenha um elevado teor de açúcar.










TIPOS DE DIABETES



DIABETES

Geral: Prediabetes significa que os níveis de açúcar no sangue estão acima do normal, mas ainda não alto o suficiente para serem diagnosticados com diabetes. É comum que as pessoas desenvolvem o diabetes antes da pré-diabetes sofrem de tipo II.
Saiba aqui sobre:
Causas:
Pré-diabetes geralmente afeta pessoas com história familiar de doença existe. Ela também está relacionada ao estilo de vida como sedentarismo e alimentação inadequada.
Complicações:
O maior risco associado ao pré-diabetes é que ela pode se transformar em diabetes. Para saber mais sobre as complicações associadas com ele, visite nossa seção relacionada com a diabetes tipo II.
Tratamentos
Normalmente só precisa seguir uma dieta saudável e exercício físico contínuo, uma vez que na fase de pré-diabetes ainda o corpo não apresenta níveis elevados de açúcar suficiente para ser tratada com medicamentos.
Quando procurar assistência médicaPré-diabetes é caracterizada por sintomas tais como aqueles que costumam acompanhar a diabetes tipo I ou diabetes tipo II. Devido a isso, é necessário ter um controle a cada ano para identificá-la no tempo, assim como outras complicações.

DIABETES TIPO 1

GeralDiabetes tipo I ocorre principalmente em crianças, adolescentes e adultos jovens. Este é um resultado do qual o organismo não produz insulina todos os dias. Pessoas com diabetes tipo I também ocasionalmente sofrem de hipoglicemia ou hiperglicemia, e em casos extremos de cetoacidose.
A hipoglicemia , ou baixa presença de açúcar no sangue, é um fator dominante em pessoas com diabetes. Os sintomas da hipoglicemia incluem tremores, tontura, sudorese, cefaléia, palidez, alterações repentinas de humor, entre outros.
A hiperglicemia , ou a presença elevada de açúcar no sangue, também é um fator predominante em pessoas que têm diabetes e deve ser mantida sob controle. Os sintomas incluem aumento da sede, aumento da fome, respiração acelerada, náusea ou vómitos, visão turva e boca seca.
A cetoacidose é o acúmulo de cetonas no sangue e é devido à falta de insulina no organismo. Geralmente só afecta as pessoas com diabetes tipo I, e é rara em pessoas com diabetes tipo II. A cetoacidose é uma complicação séria para a qual eles devem procurar ajuda médica imediata. Os sintomas incluem: urina excessiva, sede excessiva, hálito frutado, respiração acelerada, náusea ou vômito, cansaço e desorientação.

Causas
O problema é que o corpo reconhece erroneamente seus próprios tecidos como estranhos e destrói. No caso do diabetes tipo I, são atacadas e destruídas as células produtoras de insulina (chamada de células beta, que são produzidas pelo pâncreas). Na ausência de insulina não pode executar corretamente o metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas.
Diabetes tipo I acomete pessoas que têm predisposição genética. Mas o surto da doença pode ocorrer por várias razões, entre elas estão as infecções virais, as causadas por vírus, ou stress.

Complicações Algumas das complicações que acompanham a diabetes tipo I são os problemas na luz, pés, rins, dentes, sistema cardiovascular eo sistema nervoso. Para obter mais informações, visite o nosso "desafios de viver com diabetes."
Tratamento Para as pessoas que vivem com diabetes é importante seguir um plano alimentar adequado às suas necessidades, fazer exercícios regularmente, controlar a pressão arterial e colesterol.
É necessário manter o nível de glicose no sangue, níveis próximos do normal, ou não-diabéticos. Isso poderia prevenir ou retardar as complicações relacionadas aos olhos, pés, rins, dentes, doenças cardiovasculares, do sistema ou nervoso. Existem várias opções que podem ajudá-lo a alcançar este objetivo, estes incluem a dieta, insulina, bombas de insulina e os transplantes. Pergunte ao seu médico para ver qual destas opções, ou qual a combinação mais adequada às suas necessidades.
Por favor, visite nossa seção dedicada aos tratamentos, se você quiser saber mais, ou clique aqui.

Quando procurar assistência médica
Por favor, ligue se você encontrar um ou mais dos seguintes sintomas: Fadiga ,A perda de peso (apesar do aumento do apetite) ,Sede , produção contínua de urina
Vale ressaltar que, apesar de diabetes tipo I é uma doença sem cura, ela pode ser controlada. No entanto, essa negligência poderá acarretar consequências graves, como cair em um coma causado por cetoacidose cetoacidose, que pode ser fatal.

DIABETES TIPO 2

Geral
O diabetes tipo II é a mais comum. Neste tipo, o organismo não produz insulina suficiente ou cria uma resistência a ela. No curto prazo isso pode afetar a quantidade de energia que o organismo processa. No longo prazo, esta doença pode trazer complicações em órgãos internos e afetam o desmatamento de suas atividades diárias.

Pessoas com diabetes tipo II, também ocasionalmente sofrem de hipoglicemia.
Hipoglicemia é baixa presença de açúcar no sangue e um factor essencial para as pessoas com diabetes.Alguns dos sinais de hipoglicemia incluem tremores, tontura, sudorese, cefaléia, palidez, alterações repentinas de humor, entre outros.
A hiperglicemia, por outro lado é a presença elevada de açúcar no sangue e também é um fator influente nas pessoas que têm diabetes e deve ser mantida sob controle. Os sintomas incluem aumento da sede, fome, respiração acelerada, náusea ou vómitos, visão turva e boca seca.
Causas
O diabetes afeta geralmente as pessoas com história familiar da mesma. Embora haja um componente genético, o desenvolvimento de diabetes, está relacionado aos hábitos de vida determinados, como a inatividade física e dieta pouco saudável.
Complicações
Algumas das complicações que acompanham o diabetes do tipo II são os problemas relacionados aos olhos, pés, rins, dentes, sistema cardiovascular eo sistema nervoso.

Tratamentos
É necessário manter o nível de glicose no sangue, níveis próximos do normal, ou não-diabéticos. Isso poderia prevenir ou retardar as complicações relacionadas aos olhos, pés, rins, dentes, doenças cardiovasculares, do sistema ou nervoso. Existem vários tratamentos que podem ajudar você a atingir esse objetivo, incluem dieta, insulina, bombas de insulina e os transplantes. Pergunte ao seu médico para ver qual destes ou qual a combinação mais adequada às suas necessidades.
Por favor, visite nossa seção dedicada aos tratamentos, se você quiser saber mais, ou clique aqui.
Quando procurar assistência médica

É aconselhável ter um exame médico a cada ano.
No entanto, se você está sob uma das seguintes áreas deve procurar cuidados médicos, pois você pode ser um candidato para a diabetes tipo II.

Qualquer pessoa de 45 anos., Menores de 45 anos de idade, com o seguinte contexto:, Obesidade, A história familiar de diabetes, Diabetes durante gestações anteriores, Hipertensão, Colesterol ou triglicérides elevados,História da monitorização anormais de glicose no sangue.

DIABETES GESTACIONAL

Geral
A diabetes gestacional é aquela que atinge as mulheres grávidas que nunca tiveram diabetes, mas que têm altos níveis de glicose durante a gravidez.
Saiba aqui sobre: Causas da diabetes gestacional ,Complicações do Diabetes Gestacional ,Tratamentos para a diabetes gestacional ,Quando procurar assistência médica

Causas
Embora ninguém saiba ao certo por que é o diabetes gestacional, é acreditado para ser devido ao aumento da produção de hormônios da placenta durante o desenvolvimento fetal. Esses hormônios podem afetar ou obstruir a produção de insulina no corpo da mãe, criando uma resistência a ela. A resistência faz com que seja difícil de insulina da mãe usar o corpo para processar a glicose necessária. Isto provoca um aumento nos níveis de açúcar no sangue, resultando em hiperglicemia.
Complicações ,Para a mãe: ,Uma vez que você teve diabetes gestacional, aumentam as chances de que o retorno para tomar futuras gestações. ,As mulheres com diabetes gestacional tendem a apresentar diabetes tipo II. ,Para o bebê: ,Porque o diabetes gestacional ocorre até uma fase tardia da gravidez não produz os mesmos tipos de defeitos de nascimento ou complicações que às vezes ocorre em mães que têm diabetes antes da gravidez. No entanto, é necessário mantê-la sob controle, uma vez que as análises e processos podem contribuir para o desenvolvimento de um bebê com macrossomia, ou seja, um recém-nascido com peso acima do normal. ,Ele também pode causar diabetes gestacional diabetes tipo II no futuro para o bebê.Tratamentos

O tratamento varia de acordo com as necessidades de cada mãe. Pode incluir uma ou todas das seguintes opções: Dietas especiais ,A atividade física ,Diário de exame de glicose no sangue ,As injeções de insulinaVocê precisa conversar com o ginecologista para ver qual combinação é a mais aconselhável.
Quando procurar assistência médica
É recomendado para todos os casos de gravidez ter revisões regulares pelo ginecologista, é preciso mais relevantes em mulheres com diabetes gestacional.