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sábado, 5 de março de 2011

ANOTAÇÕES DE ENFERMAGEM

As anotações de enfermagem são todos os registros das informações do paciente, das observações feitas sobre o seu estado de saúde, das prescrições de enfermagem e sua implantação, da evolução de enfermagem e de outros cuidados, entre eles a execução das prescrições médicas.(7) Pode-se afirmar que é um instrumento valorativo de grande significado na assistência de enfermagem e na sua continuidade, tornando-se, pois, indispensável na aplicação do processo de enfermagem, pois está presente em todas as fases do processo. (4)

Critérios para anotações de enfermagem
Todos os dados devem ser registrados imediatamente após o fato ocorrido, evitando assim, o déficit do cuidado por falha na comunicação. Segundo Fontes(6) para o Coren (PR) as anotações de enfermagem devem observar os seguintes critérios:

exatidão: os fatos devem ser anotados com precisão e veracidade. A omissão de dados ou o registro errado demonstram inexatidão. As observações devem ser específicas e exatas.

brevidade: todo registro deve ser conciso, objetivo e completo.
legibilidade: a anotação deve ser feita de forma nítida, legível e à tinta.
identificação: logo após a anotação, o profissional deve assinar seu nome seguido do número do COREN. Sendo aluno, colocar seu nome e instituição de ensino.

Tipos de anotações de enfermagem
Segundo Cianciarullo et al., (3) são vários tipos de anotações de enfermagem que podem ser registrados no prontuário do paciente. Dentre eles são destacados:

Gráfico: facilita a visualização de oscilações dos parâmetros vitais do paciente, como temperatura (T), pulso (P), respiração (R) e pressão arterial (PA) ou dos sinais objetivos, tais como: peso, altura, perímetros; pressão venosa central, entre outras.
Sinal gráfico: realizado por meio do checar li ou (I) significa que a ação prescrita (médica ou de enfermagem) foi realizada e, do circular @ significa que a ação prescrita (médica ou de enfermagem) não foi realizada. Quando um horário está circulado, é importante uma justificativa da não-realização do cuidado na anotação de enfermagem.
Descrição: numérica - são anotados valores de parâmetros mensurá¬veis. Podem ser locais específicos para o registro desses valores para facilitar a visualização; narração escrita - registro da forma narrativa daquilo que foi realizado, observado e ou informado pelo paciente ou familiar. É o tipo de anotação mais freqüentemente utilizado em prontuário de paciente.

ORIENTAÇÕES E SUGESTÕES DE CONTEÚDO E FORMAS DE ANOTAÇÃO DE ENFERMAGEM

Introdução
A anotação de enfermagem, quando cientificamente estruturada, apresenta elementos valiosos para o diagnóstico das necessidades do paciente, da família e da comunidade, facilitando o planejamento de assistência ao paciente e apresentando elementos para o ensino e pesquisa no campo profissional. (2)
No dia-a-dia verificamos que as anotações de enfermagem, de modo geral, não são completas em relação ao cuidado integral que o paciente necessita e recebe, e não satisfazem os requisitos necessários para sua padronização. Acreditamos que essas falhas ocorram devido à falta de conscientização de seu valor pelo pessoal de enfermagem.(2)
Quanto mais consciência o funcionário tiver sobre a finalidade dos registros de enfermagem, mais ele a fará com riqueza de conteúdo, colabo¬rando assim, efetivamente, para a elaboração de cuidados de enfermagem individualizados a cada paciente.


Roteiro para anotação de enfermagem

Lourenço et al. (5) propõem um roteiro norteador de anotação de enfermagem, tendo como eixo as categorias propostas por Dugas(1), conforme descrito a seguir:

Comportamento e observações relativas ao paciente
Nível de consciência;
Estado emocional;
Integridade da pele e mucosa
Hidratação;
Aceitação de dieta
Manutenção venóclise;
Movimentação;
Eliminação;
Presença de cateteres e drenos
Cuidados prestados aos pacientes prescritos ou não pelo enfermeiro
Mudança de decúbito;
Posicionamento no leito ou na poltrona;
Banho;
Curativos;
Retirada de drenos, sondas, cateteres, etc.

Medidas prescritas pelo médico e prestadas pela enfermagem
Repouso;
Uso de colete/faixas;
Recusa de medicação ou tratamento.

Respostas específicas do paciente a terapia e assistência
Alterações do quadro clínico;
Sinais e sintomas;
Alterações de sinais vitais;
Intercorrências com o paciente;
Providências tomadas;
Resultados

Medidas terapêuticas executadas pelos membros da equipe
Passagem de dispositivo intravenoso (intracath, duplo ou triplo lúmen, etc.);
Visita médica especializada (avaliações);
Atendimento do fisioterapeuta, da nutricionista ou psicólogo.

Orientações educativas
Nutrição;
Atividade física;
Uso de medicações.

Outros fatos relevantes (de qualquer natureza) referidos pelo paciente ou percebido pelo profissional.
Acidentes e intercorrências;
Recebimento de visitas.
2.2. CONTEÚDO E FORMAS DE ANOTAÇÕES DE ENFERMAGEM
Para facilitar a descrição das anotações de enfermagem apresentadas em seguida, observe algumas orientações e sugestões de conteúdo e formas de anotações, e outras formas sugeridas por Fernandes et aI. (3), Ito et al,4>, lembrando que cada instituição pode adequá-las às suas especificidades e normas rotineiras.

Acesso venoso periférico - Anotar
a localização, tipo de acesso, dispositivo venoso utilizado (scalpe, butterfly, etc.);
o tempo de permanência para controle de troca de acordo com as normas da Comissão de Controle de Infecção hospitalar (CCIH);
se existe presença de sinais flogísticos (exsudato, hiperemia, rubor, calor);
as complicações locais: hematoma (descoloração da pele, edema e relato de desconforto ao redor da inserção do dispositivo);
flebite (dor no local, eritema ou edema sem endurecimento, cordão fibroso não palpável);
tromboflebite (fluxo de infusão lento, edema em membros, veia sensível, presença de cordão fibroso, local quente ao toque, eritema acima do local de inserção do dispositivo);
infiltração (pele fria e tensa ao redor da inserção do dispositivo, edema, estagnação de retorno sangüíneo pelo dispositivo, ou retorno de fluido rosa-claro, velocidade lenta de infusão);
extravasamento (tensão na pele, pele fria e pálida, infusão lenta ou estagnada, edema da extremidade afetada) (6);
o tempo de permanência;
se está aqualizado, heparinizado ou com infusão contínua; o tipo de curativo (seco; limpo; etc.).

Acesso venoso central - Anotar
a localização (subclávia, pedioso, etc.) e o tipo do procedimento (intracath, flebotomia, port-a-cath, etc.);
tipo de cateter (duplo, triplo lúmen, etc.);
se existe presença de sinais flogísticos (exsudato, hiperemia, rubor, calor);
o tempo de permanência;
o indicativo de infecção da corrente sangüínea (tremores, sudorese, confusão mental, etc.);
as complicações locais (hiperemia, flebite, infiltração, edema, queixas álgicas, etc.);
os produtos utilizados no curativo realizado em inserção de cateter;
os tipos de fitas adesivas utilizados no curativo.


Acidente/Incidentes -Anotar
o horário da ocorrência;
o detalhadamente do fato ocorrido;
as condutas tomadas, tais como: comunicado à chefia, solicitação de avaliação ao médico, exames solicitados;
o preenchimento da ficha própria para acidentes ou incidentes;
o estado geral e as condições do paciente após o acidente; os profissionais comunicados formal ou informalmente; as conseqüências do acidente/incidente.

Acompanhamento de procedimento invasivo - Anotar
o tipo de procedimento. Exemplificando: passagem de intracath, flebotomia, punção lombar, drenagem de tórax, paracentese, etc.;
o horário do início do procedimento;
o nome do médico que realizou o procedimento invasivo; o local anatômico do procedimento;
o número de tentativas durante o procedimento invasivo;
o volume, cor, consistência e aspecto do líquido drenado nos
procedimentos punção lombar, drenagem de tórax, paracentece;
as intercorrências durante o procedimento, tais como: sangramento, agitação e desconforto do paciente; dor;
os sinais vitais do paciente de acordo com as intercorrências;
o horário do término do procedimento e as condições gerais e orientações feitas ao paciente e ou familiares;
caso seja colhido material e esse encaminhado, descrever o local (anatomia patológica, laboratório ou outros locais).

Admissão do paciente na unidade de internação - Anotar
o horário da internação;
a procedência do paciente (residência, transferência de outra
instituição hospitalar ou de setor intra-hospitalar);
acompanhante (familiar, amigo, profissional de saúde);
as condições de locomoção (deambulando, cadeira de rodas, maca);
as condições gerais observadas no paciente (alerta, venóclise, dreno,
curativo, sinais vitais);
os dados informados pelo paciente ou familiares, como dor_ náuseas, cansaço, desconforto, inquietações;
os tipos de medicação que está utilizando;
os pertences (descrever o que permanece com o paciente, inclusive próteses; registrar pertences devolvidos para familiares);
as orientações feitas ao paciente e ou familiares

Alta hospitalar - Anotar
o horário da alta;
a assinada pelo médico (nome do médico)
as condições gerais e de locomoção (alerta, deambulando, curativos, drenos, algias);
o acompanhamento

CUIDADOS COM SONDA NOSOENTERAL (SNE)

sondaOs usos de sondas para suporte nutricional, são de extrema importância e reconhecida como fator definitivo na recuperação de doentes, devido aumento da prevalência de doenças crônicas na população, especialmente nos idosos, pois permite o aporte de nutrientes. Sua indicação esta também associada as patologias que levam a dificuldades na deglutição, impossibilitando a alimentação por via oral.
O método utilizado é pouco invasivo, mas exige cuidados especializados. Ter conhecimento das técnicas de introdução das sondas, métodos para realizar a administração das dietas, saber reconhecer os riscos e complicações que possam advir dessa terapia, são fundamentais.
Muito conhecida e utilizada hoje, a sonda DOBBHOFF, (fabricada por Dobbie e Hoffmeister na década de 70) são fabricadas em poliuretano e silicone, não sofrem alteração física em contato com o PH ácido do estomago, são flexíveis, maleáveis e duráveis. Seu calibre é fino, com uma ogiva distal (tungstênio) possibilitando seu posicionamento além do esfíncter piloro, permitindo também o fechamento dos esfíncteres durante seu trajeto (Cárdia e Piloro).
Hoje, as vias mais utilizadas para alimentação por sondas são: via Nasogástrica, Nasoentérica e Ostomias (Gastrostomias, Jejunostomias). As sondas de polivinil devem ser utilizadas somente para drenagem de secreções devido serem de material que pode deteriorar mais facilmente e por causarem irritação em contato com a mucosa por longo período.
No momento da alta hospitalar, os familiares recebem muitas e extensas informações/orientações/cuidados, a respeito da doença e aos novos dispositivos agregados a ele: sondas, cateteres, curativos, etc. Ocorre muita dificuldade em absorver os conhecimentos e cumprir as novas tarefas, sendo fundamental o acompanhamento domiciliar destes doente-idosos.
No domicilio, alimentar o paciente via sonda, seja nasogástrica, nasoentérica ou por ostomia ( Gastrostomia), e necessário a cooperação dos familiares, cuidadores e paciente. Devemos estimulá-los e ensiná-los sobre a importância da terapia, fornecendo-lhes informações sobre a enfermidade e a necessidade do uso da sonda, deixando-os mais seguros, diminuindo suas ansiedades, garantindo melhor resultado na aceitação e no aprendizado dos cuidados com a manipulação e administração da dieta, diminuindo os riscos de complicações.
Orientação e Cuidados Gerais
As orientações dispensadas aos pacientes, familiares e cuidadores, relacionam-se aos cuidados com:
Manuseio da sonda – cuidados com retrações, pois pode ser deslocada do posicionamento correto. Exemplo: durante o sono, banho, mudança de decúbito ou pelo próprio paciente.
Limpeza/Higiene/Fixação – Após banho seca-la e trocar a fixação (Nasogástrica, Nasoentérica) da face, devendo estar sempre limpa e seca, evitando o desconforto para o paciente, odores desagradáveis, higienizar as narinas do paciente e tomar cuidado para não tracionar a asa nasal ao fixar a sonda, causando lesões. As vezes se faz necessário restringir as mãos do paciente com luvas sem os dedos, para impedi-lo de retirar a sonda, como pode ocorrer com doentes com demências, agitação motora, quadros de confusão mental, etc.
Administração de dieta, infusões de líquidos e medicamentos – posicionar o paciente sentado e ou, sendo acamado, manter cabeceira elevada por no mínimo 30 graus, (diminuindo riscos de aspirações de dieta, refluxos gástricos), e não deitar o paciente logo após ingesta alimentar e hídrica, lavar a sonda com água filtrada após administração de dietas (1 -2 seringas de 20 ml), medicamentos, mantendo sua permeabilidade, evitando obstruções por resíduos alimentares. Havendo obstruções, pode se realizar manobras para desobstrução, infiltrando água morna (ideal com seringa de 50 ml).
Observação e detecção de anormalidades – obstrução, vazamentos, quebras dos conectores das extremidades proximais, Se (gastrostomia,) proteger a pele se houver contato com conteúdo gástrico, para evitar formação de lesões, inflamações, infecções.
Tempo de troca – determinado pelo protocolo do serviço de acompanhamento do paciente.
Complicações com o uso da sonda
1. Infusões rápidas – levam a quadros de distensão abdominal, diarréias, vômitos.
2. Refluxos gástricos e pneumonias aspirativas – podem ser observadas pelos familiares na presença de agitação, tosse, dispnéia, cianose de face. (idosos acamados, seqüelados, afásicos, com reflexos diminuídos).
3. quadros de constipação intestinal, flatulências – necessitando readequação nutricional, sendo de grande importância aos familiares e cuidadores, observarem a presença de eliminações fisiológicas(volume, quantidade, aspecto, consistência, etc.).
Vale reforçar, que, o paciente no domicilio, deve ser acompanhado sempre por uma equipe multiprofissional e multidisciplinar, cabendo a nutricionista, definir a terapia nutricional mais indicada, também avaliando e acompanhando os resultados e adequando as alterações necessárias a cada paciente, levando em conta seu histórico alimentar, histórico de doenças, tipos de sonda, etc, orientando também , familiares e cuidadores.
Técnica de sondagem
- procedimento é de responsabilidade do enfermeiro ou médico
1. Características da sonda nasoenteral
A sonda nasoenteral tem comprimento variável de 50 a 150 cm, e diâmetro médio interno de 1,6mm e externo de 4 mm,com marcas numéricas as longo de sua extensão, facilitando posicionamento, maleáveis, com fio guia metálico e flexível, radiopaca.
2. Cálculo do tamanho da sonda a ser empregada
Fazer uma medição do lobo da orelha a ponta do nariz até o apêndice xifóide, adicionando-se mais 05 a 10 cm.
3. Instalação da sonda
A instalação da sonda pode seguir vários procedimentos dependendo de normas e rotinas de cada instituição, porém alguns passos são universais, como: a) após a instalação, o paciente deve ficar pelo menos 4 horas em jejum para não haver náusea ou vômitos; b) evitar muitos adesivos que possa prejudicar a visão do paciente; c) não infundir a dieta rapidamente, pois pode causar diarréia; d) manter o paciente em posição sentado ou semi-sentado durante e após o processo de administração da dieta; e) dar preferência ao uso de “bomba de infusão” para um melhor controle da dieta; f) utilizar as sondas de fino calibre que diminuem o risco de refluxo gástrico, conseqüentemente previne as pneumonias aspirativas.
Cuidados com pacientes que fazem uso de sonda nasoenteral:
1. Certificar a posição gástrica através da ausculta com estetoscópio em região epigástrica, injetando 20 ml de ar, aspirar conteúdo gástrico e realizar RX torácico/abdominal,
2. Deixar o paciente em posição lateral direita para progressão da sonda para região pilórica;
3. Manter a cabeceira do leito elevada a 30 graus para diminuir o risco de bronco aspiração;
4. Administração da dieta pode ser contínua ou intermitente;
5. Controlar, quando possível em bomba de infusão para melhor manutenção;
6. Observar intolerância (náuseas, vômitos e diarréia) a alguns componentes da dieta, neste caso deve-se alterar sua composição, principalmente quando idosos;
7. Deve-se aspirar o conteúdo gástrico através sonda, toda vez que for instalar nova dieta, para avaliar a presença de resíduos gástricos Caso exista um volume gástrico aspirado maior que 200 ml suspender a próxima dieta;
8. Controlar sinais vitais, diurese, distensão abdominal, glicemia capilar, edemas, turgor da pele, dispnéia;
9. Ficar atento na fixação da sonda, alternando o local para não lesar a pele das narinas;
10. Cuidados no preparo e manuseio das sondas e dietas, de forma estéril, mantendo as dietas em refrigerador exclusivo, podendo ficar até 04hs em temperatura ambiente e 24hs na geladeira;
Referências:

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Parece brincadeira ! roubar ou não roubar

  •  
    Parece brincadeira!

    E a declaração de IRPF 2011 vem aí!!!!

    Reflitam meus irmãos..... 

    Enquanto isso, no país dos absurdos... a gente vai levando, a gente vai levando, a gente vai  levando...


    REPASSANDO!!??? 
    VERDADEIRO ABSURDO!


     
     
    DIFÍCIL ACREDITAR EM TAMANHA ESTUPIDEZ!!!!

    Para ler e pensar e,
    se você pode fazer alguma coisa...
    FAÇA.

     
    ISTO É UM INCENTIVO À CRIMINALIDADE ! ! !

    . . . E AGORA O QUE PODEMOS FAZER? ? ?
     A REFERIDA PORTARIA JÁ FOI REVOGADA PELA DE Nº 333, DE 1º/06/2010
    NA QUAL O VALOR DO SALARIO FAMILIA PRESIDIARIO PASSOU A SER DE R$810,18 ! ! ! E TEM MAIS. . .
     
    NO CASO DE MORTE DO "POBRE PRESIDIÁRIO", A REFERIDA QUANTIA DO AUXÍLIO- RECLUSÃO PASSA A SER"PENSÃO POR MORTE".
     
    O GRANDE LANCE É ROUBAR OU MATAR PARA SER PRESO E ASSIM SUSTENTAR CONDIGNAMENTE A SUA PROLE.
     
    ISTO É INADMISSÍVEL ! ! ! 
      
     VEJAM QUE ABUSO.

    Repassando, pois entendo que é mais um dos muitos absurdos desse país e por isso a Previdência Social está sempre quebrada e não tem verbas para pagar decentemente quem trabalhou uma vida toda!   
    É  REVOLTANTE !!! 
    Você sabe o que é o AUXÍLIO RECLUSÃO?

    Todo presidiário com filhos tem direito a uma bolsa que, a partir de 1/1/2010 é de R$798,30por filho para sustentar a família, já que ocoitadinho não pode trabalhar para sustentar os filhos por estar preso. Mais que um salário mínimo que muita gente por aí rala pra conseguir e manter uma família inteira.
    Ou seja, (falando agora no popular pra ser entendido)
    Bandido com 5 filhos, além de comandar o crime de dentro das prisões, comer e beber nas costas de quem trabalha e/ou paga impostos, ainda tem direito a receber auxílio reclusão deR$3.991,50 da Previdência Social.
    Qual pai de família com 5 filhos recebe um salário suado igual ou mesmo um aposentado que trabalhou e contribuiu a vida inteira e ainda tem que se submeter ao fator previdenciário?
    Mesmo que seja um auxílio temporário, prisão não é colônia de férias. Isto é um incentivo a criminalidade. Que politicos e que governo é esse?????
    Não acredita?
    Confira no site da Previdência Social.
    Portaria nº 48, de 12/2/2009, do INSS
    http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22
    Pergunto-lhes:
    1. Vale a pena estudar e ter uma profissão?
    2. Trabalhar 30 dias para receber salário mínimo de R$510,00, fazer malabarismo com orçamento pra manter a família?
    3. Viver endividado com prestações da TV, do celular ou do carro que você não pode ostentar pra não ser assaltado?
    4. Viver recluso atrás das grades de sua casa?
    5. Por acaso os filhos do sujeito que foi morto pelo coitadinho que está preso, recebe uma bolsa de R$798,30 para seu sustento?
    6. Já viu algum defensor dos direitos humanos defendendo esta bolsa para os filhos das vítima.OBS: POSTADO POR DEBORA FERREIRA SANTNER.PARA O BRISANOTICIAS.BLOGSPOT.COM.   
    pode dar sua opinião sobre o assunto.no próprio sit.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

enfarto , derrame



 
É muito importante saber ! Leia não vai fazer mal, pelo contrário.      
 
Assim como o enfarto, o derrame precisa ser socorrido com urgência.
Porém, diferente do enfarto, o derrame dá sinais que a maioria das pessoas não conhece e, por causa disso, em muitos casos mata ou  deixa seqüelas graves; consequências que num socorro imediato, poderiam ser evitadas.
sinais dados pelo processo de AVC  já são divulgados.

Os Derrames Cerebrais- Agora existe um 4º indicador : A língua


Derrame:
memorize as três primeiras letras...S.T.R.
Só leva um instante ler isto...
Disse um neurologista que se levarem
uma vítima de derrame dentro das
primeiras três horas, ele pode reverter
os efeitos do derrame -totalmente.
Ele disse que o segredo é reconhecer o
derrame, diagnosticá-lo e receber o
tratamento médico correspondente,
dentro das três horas seguintes, o
que é difícil.

RECONHECENDO UM DERRAME
Muitas vezes, os sintomas de um derrame
são difíceis de identificar. Infelizmente,
nossa falta de atenção,torna-se desastrosa.
A vítima do derrame pode sofrer severa
consequência cerebral quando as pessoas
que o presenciaram falham em reconhecer
os sintomas de um derrame.

Agora, os médicos dizem que uma
testemunha qualquer pode reconhecer
um derrame fazendo à vítima estas três
simples preguntas:


S
* (Smile) Peça-lhe que SORRIA.

T
* (Talk) Peça-lhe que FALEou
APENAS DIGA UMA
FRASE SIMPLES. (com
coerência)
(ex : Hoje o dia está ensolarado)


R
* (Rise your arms) Peça-lhe que levante AMBOS OS BRAÇOS.

Se ele ou ela têm algum problema em
realizar QUALQUER destas tarefas, chame
a emergência imediatamente e
descreva-lhe os sintomas,ou vão rápido
à clínica ou hospital.


Novo Sinal de derrame -
Ponha a língua fora.


NOTA: Outro sinal de derrame é este:
Peça à pessoa que ponha a língua para fora..
Se a língua estiver torcida e sair por um
lado ou por outro, é também sinal de
derrame........OBS: foi encaminhado para brisanoticias.blogspot.com   . pela parceira Debora ferreira santner


quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Estranho caso clínico


Estranho caso clínico

O parto foi através de cesariana, pois até a data prevista 31/3 não houve
sinais, então optamos pela cirurgia.

Pedro nasceu muito bem. Chorou logo e teve nota 9 de Apgar.

Nasceu com 48 cm e pesou 3,430kg.

Seu primeiro ano de vida foi ótimo, com desenvolvimento perfeito e nenhuma
doença.

Sentou com cinco meses, andou com 11 meses, disse as primeiras palavras com
7 meses e antes disso já emitia sons naturais de um bebê.

Com um ano e dois meses, certa tarde durante o sono, Pedro acordou
assustado como estivesse se engasgando.

Isso se repetiu por mais alguns dias até que fomos ao médico.

Este viu uma crise, suspeitou de refluxo-gastresofágico e solicitou alguns
exames.

Nesta época, estas crises aconteciam mais ou menos 10 vezes ao dia e
duravam aproximadamente 15 segundos.

Como os exames não acusaram nada, por indicação do médico, procuramos um
neurologista infantil que disse tratar-se de crises convulsivas.

Fizemos um primeiro eletro encefalograma que foi normal.

Procuramos o Dr.Salomão Schwartzmam, que o avaliou e considerou-o logicamente perfeito.

Nesse período, as crises aumentavam em quantidade e intensidade.

Assim, em agosto de 90 ele foi internado na UTI pela primeira vez com aproximadamente uma crise a cada 3 minutos.

Ficou no Hospital 20 dias e saiu com as crises mais controladas. Fez uma Tomografia Computadorizada que foi normal.

O segundo eletro acusou foco irritadiço do lado direito cérebro.

Apesar de tudo isso, seu desenvolvimento continuava normal, porém mostrava-se mais sonolento.

As crises continuavam; eram crises mistas.

Em outubro de 90, percebemos que ele estava sorrindo menos, chorando menos e que quando sorria, o lado esquerdo de seu rosto parecia paralisado.

Em novembro de 90, percebi que ele usava menos o braço esquerdo. Os médicos chamaram de seqüelas. Em dezembro de 90, fizemos uma ressonância magnética de crânio, um exame de Fundo de Olho alguns exames para detectar erros inatos do metabolismo. Todos os exames foram normais.

Nessa época, ele já apresentava dificuldade para caminhar e falava menos. Mantinha uma média de mais ou menos 20 crises por dia.

No decorrer de sete meses mudamos de médicos por diversas vezes vários anticonvulsivantes foram testados.

Porém o efeito nunca era totalmente satisfatório.

E esteve internado mais duas vezes para controlar crises mais frequêntes Em janeiro de 91, Pedro foi internado mais uma vez e saiu do hospital sem andar, sentar ou falar.

Em fevereiro, novamente foi internado com crises muito fortes, ficou 20 dias no Hospital.

As crises já duravam 1 min, manifestando-se a cada 10 min.

Nessa ocasião, foi medicado com cortisona e fez vários exames de Metabolismo, porém nada foi encontrado...

A habilidade motora dele ficou debilitada.

Quando teve alta, não segurava a cabeça, não sentava sozinho e parecia não reconhecer ninguém, além de não fixar o olhar em nada.

O tempo foi passando, e com seções de fisioterapia e muito carinho Pedro foi conseguindo alguns pequenos progressos.

Continuávamos nossa maratona em médicos e exames, porém nada acontecia.

Suas crises ficaram um pouco mais controladas, manifestando-se somente durante o sono, aproximadamente 8 episódios por noite, com duração de cerca de 1 min.

No final de 95, ele ficou alguns dias consecutivos sem apresentar crises.
Nestes últimos anos, repetiu alguns exames, porém nada de novo foi encontrado.

Teve complicações pulmonares e tomou muito antibiótico. Nos últimos meses de 95, Pedro readquiriu o controle da cabeça e ganhou maior firmeza no tronco.

Passou a fixar o olhar nas pessoas e objetos, porém ainda não manifestando desejo de pegá-los.

Seu rosto ficou mais expressivo, apesar de ainda não rir ou chorar.

Em janeiro de 96, repetimos a Ressonância Magnética que se apresentou tal e qual a anterior, segundo o médico que assinou o laudo.

O Dr. Fernando Arita, seu médico atual, diagnosticou que Pedro tem um cérebro um pouco menos denso do que uma criança de 7 anos.

Repetimos também o eletro encefalograma, que se apresentou bem melhor que o anterior, com crises mais localizadas. Fizemos também, um estudo
de Cariótipo (pai, mãe e filho) com a Dra.Rita de Cássia Stoco e nada foi encontrado.

Disse suspeitar de Doenças Mitocondriais e sugeriu que fizéssemos um estudo de DNA. Foi feita também, uma dosagem de aminoácidos no sangue e
cromatografia de açúcares na urina.

Atualmente, Pedro mantém cerca de 4 crises convulsivas durante o sono, principalmente a partir das horas da madrugada. Em suas crises estica
braços e pernas, gira a cabeça para a esquerda e chora..

Duram cerca de 45 segundos. Sua atenção continua fixa nas pessoas e objetos, porém não se movimenta espontaneamente.

Readquiriu razoável controle de tronco, porém não senta, não fica em pé, não fala, não sorri ou chora.

De dois anos para cá, desenvolveu uma escoliose bastante preocupante. Está medicado com Rivotril, Valpakine e Tryleptal.

Pedro, atualmente, está com 15 anos. Durante todos estes anos, não encontramos uma resposta para o que acontece com Pedro, e, também nunca
encontramos alguém com problema semelhante para trocar experiências.

Se você puder ajudar, se for médico ou já conheceu alguma criança com o mesmo problema, por favor, nos escreva.

Se não, passe essa mensagem para frente para que encontre o destino certo.

Muito Obrigado,

Liane e Manoel.

Nosso endereço: Rua Conselheiro Brotero, 1559 apto 134 CEP 01232-011 São
Paulo - SP - BRASIL
Fone: (11) 3662.4826

PS: O simples fato de repassar esta mensagem, já é por si só, um ato de solidariedade. Peço a todas as pessoas que receberam esta mensagem que, por favor, tentem se conscientizar da necessidade que nós, seres
humanos,temos de receber a ajuda um do outro. 


Enviem essa mensagem para todas as pessoas da sua lista, desde aquela que você escreve todos os dias, até a pessoa que você não escreve há muito tempo... 

Assim poderemos, quem sabe, ajudar essa família...

'Fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas (...)
 OBS FOI ENCAMINHADO PARA O BRISANOTICIAS, PELA Á PARCEIRA  DEBORA FERREIRA SANTNER

  

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Pensamento positivo melhora qualidade de vida

A noção de que ter pensamento positivo pode ser bom para sua saúde não é nova, mas é realmente verdade? Um artigo publicado na Current Directions in Psychological Science, sugere que os bons pensamentos podem ser um poderoso antídoto para o estresse, a dore as doenças.

De acordo com os pesquisadores, existem vários caminhos através dos quais uma atitude positiva pode proteger contra problemas de saúde mais tarde na vida. Por exemplo, as pessoas mais felizes podem ter uma postura mais pró-ativa com relação ao evelhecimento, e por isso se exercitam regularmente.

Segundo a pesquisa, essas pessoas também podem evitar comportamentos menos saudáveis, como fumar. Os benefícios destas opções de vida saudáveis são decisivos quando você se torna idoso e seu corpo se torna mais suscetível à doenças. 
Foi comprovado também que o pensamento positivo pode combater o estresse, que é fator de risco para o desencadeamento de outras doenças. Estudos constataram que pessoas com fortes emoções positivas têm níveis mais baixos de substâncias químicas associadas ao estresse. Além disso, adotando uma atitude positiva, a pessoa pode até ser capaz de desfazer alguns dos danos físicos causados pelo estresse.

Os pesquisadores concluíram que, apesar da perda notável das funções físicas em todo o corpo, a capacidade emocional de uma pessoa parecia ficar consistente com a idade.

Use a força do pensamento como analgésico 
A intensidade da sua dor depende da forma como você pensa sobre ela. "Se você tem uma expectativa negativa, certamente as chances de que a dor seja mais intensa são maiores. É o caso de quem vai ao dentista tremendo de medo do motorzinho: até o barulho causa dor", afirma o neurologista Ricardo Teixeira, diretor do Instituto do Cérebro de Brasília/ICB. 
Quando você mentaliza que a dor não é assim tão forte, seu organismo sente-se estimulado a conduzir os impulsos por circuitos cerebrais que rendam resposta positiva, aliviando a dor. "Não dá para dizer que nenhuma dor será sentida, mas ela será mais sutil", afirma o neurologista.

Você precisa encontrar algo que dê prazer ao seu organismo. Não adianta experimentar a receita do seu vizinho ou as dicas do livro Best-seller. "Existem muitos modelos de funcionamento cerebral, é arriscado trabalhar com padrões nesta área. Posso dizer, com segurança, que o pensamento positivo alivia a dor. Mas não posso dizer que o caminho para isso é imaginar um oceano azul. E se a pessoa tem medo do mar, por exemplo?", afirma o Ricardo Teixeira. 

Tigres nadadores em zoo

Tigres nadadores são atração em zoo de São Francisco

Um grupo de tigres em um zoológico nos Estados Unidos mostrou que nem todos os felinos querem distância de água
Tigre de bengala nada em piscina de zoológico // Six Flags Discovery Kingdom-Caters News Agency(Six Flags Discovery Kingdom-Caters News Agency)
O número aquático dos tigres vem fazendo sucesso no Six Flags Discovery Kingdom Zoo, que fica próximo de São Francisco.
Oding, um tigre-de-bengala branco de nove anos, é o líder do grupo, ao lado de Fedor, um tigre siberiano de seis anos que também é um ótimo nadador.
As outras "estrelas" do show são Nalin e Akasha, também tigres-de-bengala, e Mischa e Maksim, dois tigres siberianos filhotes, que têm apenas oito meses.
"Eles adoram mergulhar na piscina", disse Nancy Chan, que trabalha no zoológico.
"Tudo começou há alguns anos, quando percebemos que um dos nossos tigres, o Kuma, gostava muito de pular na água."
"Outros começaram a copiá-lo e agora todos os tigres gostam de nadar", conta Chan.
Ela explica que às vezes pedaços de carne são lançados na água para atrair os tigres, mas normalmente eles não precisam de nenhum incentivo.
"O público adora. Por causa do show, os tigres são os animais mais populares do zoológico."
Tigre siberiano de seis anos nada com habilidade em zoológico de São Francisco // Six Flags Discovery Kingdom/Caters News Agency (Six Flags Discovery Kingdom/Caters News Agency )

Lanchinho subaquático

Tigre de bengala mergulha e recebe pedaço de carne // Six Flags Discovery Kingdom/Caters News Agency (Six Flags Discovery Kingdom/Caters News Agency )

Sorrindo debaixo d'água

Não precisa de recompensa

Tigre de bengala recebe pedaço de carne após mergulhar em piscina do zoológico de São Francisco // Six Flags Discovery Kingdom/Caters News Agency (Six Flags Discovery Kingdom/Caters News Agency )

Pertinho do público

Tigre siberiano mergulha em piscina do zoológico de São Francisco // Six Flags Discovery Kingdom/Caters News Agency (Six Flags Discovery Kingdom/Caters News Agency )

De bengala, com experiência

Tigres brincam em piscina do zoológico de São Francisco // Six Flags Discovery Kingdom/Caters News Agency (Six Flags Discovery Kingdom/Caters News Agency )Tigre-de-bengala mergulha em piscina do zoológico de São Francisco // Six Flags Discovery Kingdom/Caters News Agency (Six Flags Discovery Kingdom/Caters News Agency )